Eu sou a criatura mais sem frescura que eu conheço. De verdade. Ontem disse pro Deto (meu cunhado) que se eu pudesse, tinha sempre malas prontas - uma pra cada ocasião - e na hora que desse na telha... já fui! Disse isso porque ele me ligou quando eu tava largada no sofá, vestida pra dormir, já com cara de "boa noite", me convidando pra sair. Claro que eu fui, né? Com chuva e tudo, direto pro MPBar pra dar uma lavadinha na alma. Fomos eu, Tânia, Deto, Eunice e Geraldo Brito, ouvir boa música e rir das coisas da vida. Gosto de "programinha não programado", de fazer as coisas assim, num repente. A vida já é tão corrida, tão cheia de coisinhas pra resolver! E o descompromisso faz bem, a liberdade de escolha faz bem, viver faz muuuito bem. Acordei leve hoje, com vontade de ser mais feliz do que já sou... rsrsrsrsrs. E lembrei da música que estava tocando quando entramos no bar: "ser feliz é tudo que se quer..." e não é pra isso mesmo que estamos aqui? Pra fechar a semana, uma frase do Oscar Wilde que li hoje, numa revista: "Amar a si próprio é o começo de um amor sem fim". Ele sabia das coisas, viu?
- Postado por: Oda Mae às 16:18
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Olha que coisa mais bonita...
APRENDIZ Tony Pelosi
Um dia ainda vou entender tudo que aprendi Um dia estarei tão só que uma leve presença irá me preencher Um dia terei tanta fome que um pouco de luz irá me saciar Um dia, um dia - quem sabe – terei plenitude sem nada ser Serei muito rico porque me despojei Deixarei a saudade me abandonar porque o tempo estará deitado aos meus pés Um dia estarei tão perto de mim que nem vou estranhar Se aprender que entendi
- Postado por: Oda Mae às 14:36
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E o Brasil?
Estava assistindo o Bom Dia Brasil hoje cedo e gostei muito de uma matéria feita pelo jornalista Luís Carlos Azenha, a primeira de uma série sobre a Colômbia. A reportagem mostrou um presídio na cidade de Combita, que possui um moderno aparato de segurança, como o detector de metais de última geração na entrada do presídio. Todos os visitantes (incluindo os advogados dos detentos) passam por uma revista na entrada e recebem dois carimbos no braço, que são devidamente conferidos na saída, uma medida para evitar a fuga de presos. Os advogados conversam com seus clientes somente através de vidros blindados e a entrada de visitantes só é permitida usando sandálias, para evitar que tragam objetos escondidos nos sapatos. Há ainda uma "cadeira turca", um equipamento usado para detectar, nas mulheres, objetos escondidos dentro do corpo. A equipe da Rede Globo foi a primeira a receber permissão para entrar na penitenciária, mas não pôde filmar todos os setores por motivo de segurança. Organizada, a penitenciária de Combita ajuda na reintegração do preso à sociedade, incentivando o trabalho artesanal (artefatos em couro) e concedendo 15 dias de desconto na pena para cada mês trabalhado na cozinha. Celulares não são permitidos em hipótese alguma. Bom seria se o Brasil seguisse o exemplo dessa e de tantas outras penitenciárias que cumprem sua principal função: a de manter os criminosos longe da sociedade. Mas os últimos acontecimentos, como a onda de violência em São Paulo na semana passada, mostraram que o sistema penitenciário brasileiro é deficiente e está bem longe de servir como modelo de eficácia e bom exemplo.
- Postado por: Oda Mae às 07:00
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