"O amor é o ridículo da vida, a gente procura nele uma pureza impossível, uma pureza que está sempre se pondo, indo embora. A vida veio e me levou com ela. Sorte é se abandonar e aceitar uma vaga idéia de paraíso que nos persegue. Bonita e breve, como borboletas, que só vivem 24 horas. Morrer não dói." (Cazuza)
E foi a partir dessas palavras, extraídas lá do finalzinho do filme Cazuza - O Tempo Não Pára, que eu comecei a refletir sobre como idealizamos as coisas, muitas vezes de forma bem diferente do que realmente são. Procuramos o amor perfeito, o par ideal, mergulhamos de cabeça em um falso paraíso e não conseguimos enxergar a brevidade das emoções humanas como algo que possa ser bom. Sim, algumas coisas são breves e nem por isso são ruins. Por exemplo: nos agarramos com unhas e dentes às paixões e quando elas se vão, nos tornamos incrédulos. Somos incapazes de enxergar que apesar de passageiras, as paixões valem a pena, sempre nos acrescentam e ensinam algo. E assim como o amor são imperfeitas. Também morrem. E se durarem somente 24 horas - como as borboletas - que é que tem? O melhor da vida é justamente isso... viver!
- Postado por: Oda Mae às 10:45
[
]
[ envie esta mensagem
]
___________________________________________________
Happy end
O meu amor e eu nascemos um para o outro
agora só falta quem nos apresente
(Cacaso)
- Postado por: Oda Mae às 09:27
[
]
[ envie esta mensagem
]
___________________________________________________
| |